16 janeiro 2013

Guia para marinheiros de primeira viagem - Parte 2


Uhhh... Cruise with me baby!
rsrsrsrs... Cretino associar o cruise da música com o lance do cruzeiro, mas eu sou assim mesmo, e outra, adoro essa música! Então dá um play aí e "let the music take your mind" (tô impossível hoje), enquanto lê a 2ª parte de dicas que o Muito Mais com Menos, preparou para quem vai fazer um cruzeiro marítimo.

Vamos supor que você acabou de fechar a viagem, o que fazer agora?
Ligar prazamigue tudo e contar? Sim!
Mas e depois? É hora de começar a ver algumas coisas...

- DOCUMENTOS
Já é bom verificar com a agência, ou mesmo a companhia, quais os documentos necessários de acordo com o roteiro escolhido.
Por exemplo, se você for fazer um roteiro internacional, provavelmente vai precisar de passaporte (se ainda não tiver, se prepara que é uma desgraça pra tirar, clica aqui pra saber mais) e em alguns casos, até de visto! 
Se for para os países vizinhos, que integram o Mercosul, o RG original deve bastar.
Se for ficar só pela costa brasileira mesmo pode levar a carteira de motorista ou o RG, se bem que eles sempre recomendam levar, 2 documentos oficiais (RG/CHN/Carteira funcional com foto como OAB, CRM, CREA, etc)
É importante verificar se há necessidade de tomar alguma vacina específica e nesses casos, mais importante ainda, é levar a carteira de vacinação ou o comprovante junto com você!
Pra quem é "de menor", ou vai levar a pivetada, tem que ficar ligado pois eles não aceitam certidão de nascimento. Tem que ser RG mesmo. Precisa da autorização dos pais, por escrito, e com firma reconhecida em cartório e se for viajar apenas com um dos pais, o outro tem que fazer o mesmo procedimento por escrito, autorizando. (Deixa as creyanças na casa da sogra!)
No dia do embarque, leva os documentos na bolsa de mão para facilitar na hora do check in.  ;)

- REMÉDIOS/ENJÔOS
O que eu disse sobre náuseas no primeiro post com dicas, não pode passar batido, principalmente se você costuma passar mal com qualquer coisinha. O navio balança SIM! E pior, é um balanço constante durante todo o tempo que ele passa navegando, oras mais forte, oras mais suave. 
Então o ideal é procurar um médico e explicar a situação para ele. Com certeza, ele vai poder receitar o melhor remédio de enjôo para você. Existem opções tradicionais, em comprimidos ou gotas, como o Dramin B6, Meclin, Motilium e Vonau, e opções mais específicas para esse tipo de viagem, em forma de adesivos e pulseiras que vão liberando uma substância chamada butilescopolamina, continuamente.
Como eu não tive tempo de pesquisar muito sobre isso antes, fui com o que eu tinha em casa mesmo: Dramin. Ele funcionou super bem, mas me deixou meio ensonada, ainda mais porque eu sou daquelas pessoas que passa super mal, sai do restaurante dando vexame e pede na caruda pras pessoas deixarem eu sentar na janelinha, sabe? Então tinha que tomar 2 Dramins por dia, um logo que acordava e outro antes do jantar. 
Nos primeiros dias eu ainda me arrisquei e fiquei sem tomar porque não queria me dopar antes de estar passando mal, e mesmo ficando bem por algumas horas, depois de um tempo já tava que nem a Aretuza, então achei melhor já tomar mesmo para acabar com a palhaçada.
Não fomos advertidos pela companhia, nem pela agência sobre a entrada de medicamentos a bordo, e eu pude embarcar, tranquilamente, com o meu "kit-hipocondria". Claro que, devidamente, despachado na mala.  ;)
Existem outras dicas para evitar enjôos a bordo, como:
- Nunca ficar de estômago vazio.
- Evitar comidas gordurosas e pesadas.
- Não abusar do álcool
- Comer bastante fruta, principalmente as cítricas, banana e maçã
- Cheirar ou mascar um pedacinho de gengibre. Nas farmácias tem uns cristais de gengibre que também funcionam.
- No comecinho do enjôo, entrar na piscina pode ajudar, assim como comer um pedacinho de pão ou torrada.
- Evite ficar nas extremidades do navio e em ambientes fechados.

- ROTEIROS
É legal, dar uma pesquisada nos pontos de parada, antes de viajar, assim você consegue planejar melhor os seus passeios. 
Dentro do navio eles oferecem diversas opções de excursões para se fazer nos locais onde o navio atracar. Como tudo, esse serviço tem seus pontos positivos e negativos. 
Os positivos são: 
1) Segurança, já que você tem toda uma equipe especializada nisso para te dar todo o apoio que precisar. 
2) Comodidade, afinal você não vai ter que descer do navio e ficar caçando o que fazer e nem pedindo informações.
3) Conforto, pois quase todos os passeios contam com ônibus, vans, barcos, super bem equipados.
Os negativos são:
1) É cobrado a parte!
2) É cobrado em dólar!
3) É caro! Tenho como base um rolê que um casal que sentou a nossa mesa no jantar contou. Eles fecharam pacote para conhecer os principais pontos turísticos de Salvador (Pelourinho, Farol da Barra e Igreja do Nosso Senhor do Bonfim) e pagaram US$40,00 cada um. Convertendo isso, dá uns R$80,00 cada um!
O legal de pesquisar sobre os locais atracados é poder decidir NÃO descer do navio e aí desfrutar das piscinas, hidros, espreguiçadeiras, bares, restaurantes... TUDO, com muito mais tranquilidade!   =)

E aí? Gostou da segunda parte de dicas para quem vai fazer um cruzeiro marítimo?
Estou indo devagar que é pra não ficar muita informação de uma vez só e poder falar bastante sobre cada assunto.
Nos próximos posts vou falar sobre o que rola a bordo do navio, dicas das roupas (lógico que esse não ia faltar) e também um pouco sobre o roteiro que a gente fez.
Qualquer dúvida, crítica, sugestão, comentário, complemento, xaveco furado, favor enviar para muitomaiscommenos@gmail.com, ou deixar um comentário aqui embaixo!

BjoOoO e té a próxima!


Meu nome é Carol Böck e tenho 25 anos! Trabalho como editora de fotografia e, como toda mulher, adoooooro uma liquidação, um descontinho, um precinho bacana e um babado! Por isso, resolvi criar esse blog, para dar algumas diquinhas mara dos baphos que eu vou encontrando por aí! =P

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